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5 z 1949
  • O jornalismo e o escrutínio dos políticos, entre a necessidade e o voyeurismo
    Vem nos livros: sempre que a pressão dos jornalistas sobre os políticos aumenta, os políticos esforçam-se por se explicar e, não raras vezes, fazem-no entre a vitimização e a intimidação dos jornalistas. No caso da lei dos solos que deu origem à história da imobiliária da família de Luís Montenegro e a uma tentativa falhada de moção de Censura do Chega ao Governo, houve as suas coisas. No Parlamento, Montenegro queixou-se de ser há muitos anos “alvo de ataques estranhos e violentos”, e desde logo se levantaram suspeitas de que a queixa tinha como alvo a RTP – o Observador deu notícia de um alegado mal-estar no Governo com a estação pública. A direcção da RTP viria de imediato dizer que os jornalistas do canal "não se deixam condicionar e continuarão a cumprir o seu dever profissional". O ministro Pedro Duarte viria entretanto garantir que a liberdade editorial da televisão pública “é absolutamente sagrada" O que está, afinal em causa? Fazer perguntas sobre o património dos políticos faz parte das regras do jornalismo e da democracia. Como disse esta semana o Presidente da República, o escrutínio é o preço de governar. Na tradição das democracias liberais, os políticos “têm de aceitar restrições nos seus direitos de personalidade”, como lembrava há tempos o advogado e especialista em assuntos de liberdade de expressão Francisco Teixeira da Mota. O problema começa quando essas restrições embrulhada numa capa de suspeição onde a presunção se impõe aos factos e uma suposta ética ao direito. Mariana Mortágua diz que em causa estão apreciações políticas. Mas o presidente da Assembleia da República, Aguiar Branco, lamentava por estes duas o "ambiente de suspeição" que se instalou sobre a classe política, ambiente que, na sua opinião, se explicava pelo "voyeurismo" e não pelo "escrutínio sério". Entramos assim nos domínios do jornalismo, onde, felizmente, não há fórmulas matemáticas para determinar o certo e o errado. Mas há balizas. Que os políticos sejam escrutinados, ninguém duvida; mas que os seus patrimónios pessoais ou imobiliários sejam revelados sem que haja fortes razões – sejam indícios de corrupção, abusos de poder ou conflitos de interesse – será jornalismo ou, como sugere Aguiar Branco, voyeurismo? Entre as notícias sobre as empresas fundadas pelo ex-secretário de Estado Hernani Dias, que é bom jornalismo, e as notícias de que o deputado x ou o ministro y tem uma imobiliária, que é jornalismo duvidoso para muitos, que momento estamos a viver? A pergunta é pretexto para conversa com Joaquim Fidalgo. Fundador do Público, no qual foi director-adjunto, provedor do jornal e professor na Universidade do Minho, Joaquim Fidalgo é reconhecido pelos seus pares como uma referência também no domínio da deontologia profissional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    18:40
  • João Miguel Tavares sobre a lei dos solos: falta escrutínio sério e transparência
    A nova lei dos solos desencadeou uma sucessão de acusações de suspeita e de conflitos de interesse, devido ao facto de alguns governantes possuírem participações no sector imobiliário. O primeiro-ministro Luís Montenegro foi o principal visado e deu explicações sobre a sua empresa no parlamento, na sequência de uma moção de censura apresentada pelo Chega. O Bloco de Esquerda afirmou esta semana que a secretária de Estado da Habitação e outros seis governantes possuíam empresas imobiliárias, como ouvimos há. No entanto, três secretários de Estado e a ministra da Cultura garantiram ter terminado todas as participações antes de terem tomado posse. Para a coordenadora do BE, Mariana Mortágua, há um “conflito de natureza política” entre “os interesses imobiliários” de quem nos governa, tenham vendido ou não as suas empresas, e as necessidades da população em matéria de habitação. João Miguel Tavares, colunista do PÚBLICO, é o convidado deste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    20:29
  • As escolas entre falta de gestão, os professores a menos e a ineficiência a mais
    Não há professores suficientes para as necessidades do sistema educativo. Há cada vez mais alunos com falta de um ou mais professores. As escolas queixam-se da dificuldade em contratar docentes, os pais queixam-se dos problemas na aprendizagem dos seus filhos e desta espiral de lamentos sobra uma consequência: Portugal tem dificuldades em garantir o direito básico da educação para todos. Pior: tudo indica que essas dificuldades possam agravar-se no futuro próximo. Está a ver o que pode acontecer se daqui a três ou cinco anos não houver professores suficientes para as aulas de Matemática? Ou de Língua Portuguesa? O problema é estrutural, diz-nos um estudo da EDULOG, um centro de estudos e de reflexão sobre a educação da Fundação Belmiro de Azevedo. Mas há nos seus termos coisas que custam a entender. Nos últimos anos, o sistema de ensino acolheu mais nove mil professores e o número de alunos reduziu-se em 117 mil. Mas nem por isso o problema da falta de professores se reduziu. O que leva a Edulog, nesse estudo divulgado esta terça-feira a tirar uma conclusão óbvia: se há mais professores e menos alunos, só um problema de gestão ou de falta de eficiência pode explicar tantos casos de escolas com falta de docentes. O retrato da Edulog é polémico porque tudo na educação é, e ainda bem, sujeito a discussão e origem de respostas múltiplas. Mas que sentido faz termos 40% das escolas do primeiro ciclo com menos de 15 alunos quando há carência de docentes? Se metade das turmas do ensino profissional acusam a mesma relação entre o número de alunos por professor, faz sentido haver tanta oferta de cursos nesta área? Os problemas da escola pública são demasiado importantes para o nosso futuro para serem resolvidos com um estudo ou duas opiniões. Mas há no trabalho da Edulog indicadores que obrigam a várias perguntas: perante o extraordinário desafio que a falta de professores coloca ao país, não há nada a fazer senão esperar pelas próximas fornadas de docentes que entraram ou vão entrar nas universidades? Não haverá no sistema educativo um excesso de conservadorismo, de paralisia ou de fatalismo? Procurámos respostas a estas e outras interrogações junto do autor do estudo da Edulog que está na base deste episódio do P24, David Justino. Ex-ministro da Educação, ex-presidente do Conselho Nacional de Educação, David Justino é doutorado em Sociologia, mas a sua obra contempla também a História e a Economia. É professor Catedrático Jubilado da Universidade Nova de Lisboa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    17:03
  • Na turbulência da economia mundial, Portugal parece estar a funcionar como um refúgio
    De cada vez que fala, como aqui numa declaração ao Jornal Económico, o ministro da Economia, Pedro Reis, não esconde a vaidade com os números do investimento estrangeiro. Não está só: o Banco de Portugal usa as estatísticas dos montantes de dinheiro aplicados por estrangeiros no país como prova de que estamos no bom caminho. E, como não podia deixar de ser, o primeiro-ministro não perde oportunidade para dar brilho à governação com os cerca de 5,6 mil milhões de euros que os investidores de várias geografias aplicaram em Portugal no ano passado, entre Janeiro e Setembro. Nos últimos dias, essa tendência ganhou um novo símbolo: a fábrica de baterias de lítio em Sines na qual os chineses da CALB vão investir dois mil milhões de euros. A aposta vai criar 1800 postos de trabalho. E promete dar um empurrão à economia. Para termos a ideia do que está em causa, consideremos este dado: as exportações da Autoeuropa representam 1,5% do PIB de Portugal; quando estiver em velocidade de cruzeiro, as vendas da gigantesca fábrica da CALB podem representar 4%. Com este negócio, Portugal reforça a sua posição no campeonato da atracção de investimento estrangeiro. No final de 2024, o stock de investimento directo estrangeiro em Portugal (IDE) era de 200 mil milhões de euros, um recorde desde que há registos. Na actual turbulência geopolítica, os trunfos de Portugal começam a tornar-se importantes: pela estabilidade, pela segurança, mas principalmente pela qualificação e abertura à inovação das novas gerações de portugueses. Um estudo da consultora EY notava que 77% dos empresários consultados diziam que os trunfos de Portugal na atracção de investimento estrangeiro vão melhorar nos próximos três anos. A percentagem da população a trabalhar em empresas com incorporação de ciência e tecnologia aumentou de 21,7 para 31,9% entre 2013 e 2024, ou seja, um aumento de 47%. No mesmo período, gastos em investigação e desenvolvimento passaram de 215 para 398 euros por habitante, ou seja, mais 81% - ainda assim longe dos 793 euros em média dos 27. O que está a acontecer em Portugal? Será esta tendência sustentável no futuro próximo? Fomos à procura de respostas e convidámos para este episódio do P24 Manuel Caldeira Cabral, ex-ministro da Economia e professor de Economia da Universidade do Minho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    18:44
  • Com que Alemanha acordámos nesta segunda-feira?
    Os conservadores venceram as eleições deste domingo na Alemanha, com a União Democrata-Cristã/União Social-Cristã (CDU/CSU) a obter 28,5% dos votos, segundo as primeiras projecções, mais do que os 24,1% das eleições passadas. Não é ainda claro com quem Friedrich Merz, o líder da CDU, poderá governar, já que a distribuição dos lugares depende da entrada possível no Bundestag da Aliança Sahra Wagenknecht, com 4,9%, muito perto dos 5% necessários para entrar no Parlamento, e do Partido Liberal-Democrata, com 4,6% segundo as projecções. Neste P24, vamos até Berlim com a enviada especial do PÚBLICO à Alemanha, Maria João Guimarães.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    12:36

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